Pra saber da sogra enferma
O cara vai no hospital
Na volta, chega a esposa:
"E aí? Mamãe tá mal?"
E ele: "pelo contrário"
Já vai ter alta, afinal"
"Com saúde colossal
Terá vivência estendida
Depois vem morar aqui
Pelo restante da vida
Está muito firme, forte
Eu asseguro, querida"
Uma alegria incontida
Aquela mulher inunda
Contudo, ela muito estranha
Uma dúvida a circunda:
"Ontem mesmo estive lá
E vi mamãe moribunda"
Demonstrando dor profunda
O sujeito diz assim:
"Ontem, de fato, não sei
Se ela estava ruim
Mas hoje disse o doutor:
'Meu estimado senhor
Esteja bem preparado
Eu tenho que lhe dizer
O pior vai ocorrer
Sinto muito, meu prezado' "
__________________________
Adaptação de piada
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
UM ANIVERSÁRIO, UM DIVÓRCIO, UMA DEMISSÃO...
Doravante vou narrar
A saga desse sujeito
Um brilhante industrial
Pra ninguém botar defeito
O mencionado empresário
Celebrava aniversário
Seu dia foi desse jeito
Nem um cumprimento feito
Pelos seus entes queridos
Dos filhos, esposa ou mãe
Parabéns não são ouvidos
Nenhum presente ou cartão
Ou singela ligação
São a ele dirigidos
Homem dos mais deprimidos
Foi, tristonho, pra labuta
Ao chegar, da secretária
Ele, finalmente, escuta:
"Parabéns, chefe estimado"
E por ser felicitado
O seu semblante transmuta
Sua secretária astuta
No horário do almoço
Faz a seguinte proposta:
"Almocemos juntos, moço"
"Hoje é data especial
Escolhamos o local"
Ele diz, em alvoroço
A mulher era um colosso
Detinha beleza rara
Fez, decerto, acelerarem
Os batimentos do cara
Almoçam alegremente
Porém, ela não contente
Outra sugestão dispara
Atiçando a sua tara
Ela, faceira, convida:
"Vamos lá pra minha casa
Tomar alguma bebida
Poderemos relaxar
Essa tarde aproveitar
Pra data não ser perdida"
Ele vai, feliz da vida
Com sacanagem na mente
Chegando na casa, enfim
Ela diz suavemente:
"Aguarde, chefe adorável
Vou pôr algo confortável
E volto rapidamente"
Do quarto vêm, de repente
Com bolo e refrigerante
Seus filhos, mãe e mulher
E a funcionária importante
"Parabéns!" falam em coro
Contudo, faltou decoro
Desse aniversariante
Eis a cena hilariante:
O cara estava pelado
Só de meias no sofá
Deitadão, esparramado
Daquela 'celebração'
Divórcio e demissão
Foram, claro, o resultado
____________________________
Adaptação de piada
A saga desse sujeito
Um brilhante industrial
Pra ninguém botar defeito
O mencionado empresário
Celebrava aniversário
Seu dia foi desse jeito
Nem um cumprimento feito
Pelos seus entes queridos
Dos filhos, esposa ou mãe
Parabéns não são ouvidos
Nenhum presente ou cartão
Ou singela ligação
São a ele dirigidos
Homem dos mais deprimidos
Foi, tristonho, pra labuta
Ao chegar, da secretária
Ele, finalmente, escuta:
"Parabéns, chefe estimado"
E por ser felicitado
O seu semblante transmuta
Sua secretária astuta
No horário do almoço
Faz a seguinte proposta:
"Almocemos juntos, moço"
"Hoje é data especial
Escolhamos o local"
Ele diz, em alvoroço
A mulher era um colosso
Detinha beleza rara
Fez, decerto, acelerarem
Os batimentos do cara
Almoçam alegremente
Porém, ela não contente
Outra sugestão dispara
Atiçando a sua tara
Ela, faceira, convida:
"Vamos lá pra minha casa
Tomar alguma bebida
Poderemos relaxar
Essa tarde aproveitar
Pra data não ser perdida"
Ele vai, feliz da vida
Com sacanagem na mente
Chegando na casa, enfim
Ela diz suavemente:
"Aguarde, chefe adorável
Vou pôr algo confortável
E volto rapidamente"
Do quarto vêm, de repente
Com bolo e refrigerante
Seus filhos, mãe e mulher
E a funcionária importante
"Parabéns!" falam em coro
Contudo, faltou decoro
Desse aniversariante
Eis a cena hilariante:
O cara estava pelado
Só de meias no sofá
Deitadão, esparramado
Daquela 'celebração'
Divórcio e demissão
Foram, claro, o resultado
____________________________
Adaptação de piada
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A VACA E A VIRGEM
A família está jantando
Em total felicidade
Quando faz um comentário
Mostrando contrariedade
A caçula de somente
Onze anos de idade:
"Vou contar a novidade
Estou triste e abalada
Porque eu não sou mais Virgem
Sou uma vaca, moçada"
Depois, começa a chorar
A mocinha envergonhada
Ninguém ali fala nada
Há mudez por um momento
Logo após, eles começam
Acusações, xingamento
Do pai, chefe da família
Vem o primeiro argumento
Condena o comportamento
De sua mulher e diz:
"Só anda de mini-saia
Se veste qual meretriz
A menina vendo isso
Seguir seu exemplo quis"
Transtornado e infeliz
Fala à filha adolescente
Que tem dezessete anos:
"E você, sua indecente
Se esfrega c'o namorado
Na frente dessa inocente!"
A mãe demais descontente
Levanta e diz ao marido:
"Você é um sem-vergonha
Sai com outras escondido
Vive torrando dinheiro
Nos bordéis fica perdido"
"Além disso, seu bandido
Assinou TV fechada
Só pra ver pornografia
Quer ser o bom, camarada
Também é má influência
Tem conduta muito errada"
Ainda desconsolada
Abraça a filha chorosa
Cochichando, fala assim:
"Filhota maravilhosa
Como foi que aconteceu
Essa coisa horrorosa?"
"Foi a professora Rosa
Muito sacana, cruel
No presépio de amanhã
Ela trocou meu papel
Eu vou fazer a vaquinha
A Virgem vai ser Raquel"
_____________________________
Adaptação de piadinha natalina
Em total felicidade
Quando faz um comentário
Mostrando contrariedade
A caçula de somente
Onze anos de idade:
"Vou contar a novidade
Estou triste e abalada
Porque eu não sou mais Virgem
Sou uma vaca, moçada"
Depois, começa a chorar
A mocinha envergonhada
Ninguém ali fala nada
Há mudez por um momento
Logo após, eles começam
Acusações, xingamento
Do pai, chefe da família
Vem o primeiro argumento
Condena o comportamento
De sua mulher e diz:
"Só anda de mini-saia
Se veste qual meretriz
A menina vendo isso
Seguir seu exemplo quis"
Transtornado e infeliz
Fala à filha adolescente
Que tem dezessete anos:
"E você, sua indecente
Se esfrega c'o namorado
Na frente dessa inocente!"
A mãe demais descontente
Levanta e diz ao marido:
"Você é um sem-vergonha
Sai com outras escondido
Vive torrando dinheiro
Nos bordéis fica perdido"
"Além disso, seu bandido
Assinou TV fechada
Só pra ver pornografia
Quer ser o bom, camarada
Também é má influência
Tem conduta muito errada"
Ainda desconsolada
Abraça a filha chorosa
Cochichando, fala assim:
"Filhota maravilhosa
Como foi que aconteceu
Essa coisa horrorosa?"
"Foi a professora Rosa
Muito sacana, cruel
No presépio de amanhã
Ela trocou meu papel
Eu vou fazer a vaquinha
A Virgem vai ser Raquel"
_____________________________
Adaptação de piadinha natalina
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O MATUTO SEM-VERGONHA
Após tanto lamentar
Por estar desempregado
Pelo criador de vacas
O matuto é contratado
Lá naquelas cercanias
Tinha fama de tarado
O curral tinha limpado
Passeava todo airoso
Ao ver um equipamento
Ele fica curioso
Era uma ordenhadeira
Um troço bem "modernoso"
Ele vai todo manhoso
Naquela máquina toca
Ligada, suga seus dedos
A citada engenhoca
Com a mente poluída
Seu "peru" ali coloca
Um prazer grande provoca
Aquela forte pressão
Após se fartar três vezes
Ele chega à exaustão
Tenta desligar o treco
Não consegue, que aflição
Assombrado, sem ação
Seu "amigo" estava preso
Já cansado, repousando
E nem um pouquinho teso
Quando vê uma etiqueta
O cabra fica surpreso
Fica triste e indefeso
Com aquele aviso lido
"ORDENHADEIRA AUTOMÁTICA
DESLIGA QUANDO EXTRAÍDO
O MONTANTE DE TRÊS LITROS"
Se lascou o pervertido...
* Adaptação de piada
Por estar desempregado
Pelo criador de vacas
O matuto é contratado
Lá naquelas cercanias
Tinha fama de tarado
O curral tinha limpado
Passeava todo airoso
Ao ver um equipamento
Ele fica curioso
Era uma ordenhadeira
Um troço bem "modernoso"
Ele vai todo manhoso
Naquela máquina toca
Ligada, suga seus dedos
A citada engenhoca
Com a mente poluída
Seu "peru" ali coloca
Um prazer grande provoca
Aquela forte pressão
Após se fartar três vezes
Ele chega à exaustão
Tenta desligar o treco
Não consegue, que aflição
Assombrado, sem ação
Seu "amigo" estava preso
Já cansado, repousando
E nem um pouquinho teso
Quando vê uma etiqueta
O cabra fica surpreso
Fica triste e indefeso
Com aquele aviso lido
"ORDENHADEIRA AUTOMÁTICA
DESLIGA QUANDO EXTRAÍDO
O MONTANTE DE TRÊS LITROS"
Se lascou o pervertido...
* Adaptação de piada
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O BURACO DA DISCÓRDIA
Em uma cidadezinha
Muito distante rincão
Mulheres que praticavam
A danada traição
Procuravam a igreja
Pra fazer a confissão
Por causa de convenção
"Eu traí" ninguém dizia
Das senhoras infiéis
O tal sacerdote ouvia:
"Caí dentro do buraco"
Era assim seu dia a dia
Entretanto, assumiria
Outro padre no pedaço
Sem saber do combinado
Ocupou o seu espaço
Tomou conta da paróquia
Se meteu num embaraço
Mulher feia e mulheraço
Encontravam o vigário
Falavam desse 'buraco'
Dentro do confessionário
Intrigado, ele procura
Seu prefeito, o mandatário
Marcando, pois, um horário
Disse assim pr'autoridade:
"Eu sei de certo buraco
Em nossa amada cidade
Tome logo providência
Resolva a calamidade!"
Do 'buraco', na verdade
Estava o gestor ciente
Sabia que era um código
Da mulher, quando indecente
Riu demais, para surpresa
Do sujeito à sua frente
"Por que ri intensamente?"
O padre logo reclama
"É melhor levar a sério
Amigo, o dever lhe chama
Já caiu lá por três vezes
A nossa primeira-dama"
* Adaptação de piada
Muito distante rincão
Mulheres que praticavam
A danada traição
Procuravam a igreja
Pra fazer a confissão
Por causa de convenção
"Eu traí" ninguém dizia
Das senhoras infiéis
O tal sacerdote ouvia:
"Caí dentro do buraco"
Era assim seu dia a dia
Entretanto, assumiria
Outro padre no pedaço
Sem saber do combinado
Ocupou o seu espaço
Tomou conta da paróquia
Se meteu num embaraço
Mulher feia e mulheraço
Encontravam o vigário
Falavam desse 'buraco'
Dentro do confessionário
Intrigado, ele procura
Seu prefeito, o mandatário
Marcando, pois, um horário
Disse assim pr'autoridade:
"Eu sei de certo buraco
Em nossa amada cidade
Tome logo providência
Resolva a calamidade!"
Do 'buraco', na verdade
Estava o gestor ciente
Sabia que era um código
Da mulher, quando indecente
Riu demais, para surpresa
Do sujeito à sua frente
"Por que ri intensamente?"
O padre logo reclama
"É melhor levar a sério
Amigo, o dever lhe chama
Já caiu lá por três vezes
A nossa primeira-dama"
* Adaptação de piada
O PREFEITO E O EMPREITEIRO
O prefeito certa vez
Faria uma construção
Uma ponte pra atender
A sua população
Pela grande envergadura
Fez-se logo abertura
De uma licitação
Teve a participação
Desse trio empreiteiro:
Japonês, americano
E também dum brasileiro
Um a um foram chamados
Sendo todos indagados
Sobre o valor em dinheiro
Japonês foi o primeiro:
"Três milhões é o valor
Um milhão, materiais
Um milhão é do labor
O meu lucro é o que sobra
Vai ficar supimpa a obra
Acredite, meu senhor"
Em seguida, ouve o gestor
Do empresário americano:
"Seis milhões é o meu preço
Comigo não tem engano
São dois pro material
Com dois pago o pessoal
Dois de lucro, não afano"
Depois veio com seu plano
O brasuca todo prosa:
"Faço por nove milhões
Essa ponte grandiosa"
O prefeito então se assusta
Dizendo que não é justa
A proposta indecorosa
Sobre a quantia vultosa
Esclarece o tal sujeito:
"Três milhões são para mim
E três pro senhor, prefeito
Depois nós pagamos três
Para aquele japonês
Deixar o trabalho feito"
"Explicando desse jeito
Com você fico acertado
Conseguiu me convencer
C'o que foi argumentado
Aprovei o seu pedido
O martelo está batido
Esse negócio fechado!"
* Adaptação de piada
Faria uma construção
Uma ponte pra atender
A sua população
Pela grande envergadura
Fez-se logo abertura
De uma licitação
Teve a participação
Desse trio empreiteiro:
Japonês, americano
E também dum brasileiro
Um a um foram chamados
Sendo todos indagados
Sobre o valor em dinheiro
Japonês foi o primeiro:
"Três milhões é o valor
Um milhão, materiais
Um milhão é do labor
O meu lucro é o que sobra
Vai ficar supimpa a obra
Acredite, meu senhor"
Em seguida, ouve o gestor
Do empresário americano:
"Seis milhões é o meu preço
Comigo não tem engano
São dois pro material
Com dois pago o pessoal
Dois de lucro, não afano"
Depois veio com seu plano
O brasuca todo prosa:
"Faço por nove milhões
Essa ponte grandiosa"
O prefeito então se assusta
Dizendo que não é justa
A proposta indecorosa
Sobre a quantia vultosa
Esclarece o tal sujeito:
"Três milhões são para mim
E três pro senhor, prefeito
Depois nós pagamos três
Para aquele japonês
Deixar o trabalho feito"
"Explicando desse jeito
Com você fico acertado
Conseguiu me convencer
C'o que foi argumentado
Aprovei o seu pedido
O martelo está batido
Esse negócio fechado!"
* Adaptação de piada
PRESENTE TROCADO
Em viagem à Europa
Saudoso da namorada
O rapaz entra na loja
E se lembra da amada
Escolhe um belo presente
Muito chique, diferente
Uma luva aveludada
A funcionária, coitada
Depois de fazer a venda
Por engano, entrega ao cara
Uma calcinha de renda
Num embrulho similar
Ao que devia entregar
Assim foi a encomenda
C'o mimo pra sua "prenda"
Linda mensagem seguia
Da forma que se relata
O tal jovem escrevia:
"Querida, mesmo distante
Não esqueço um só instante
De você fada, magia"
"Nunca a vi usando um dia
Porém, quis fazer surpresa
Se pudesse estar aí
Ajudava a por, princesa
Quem vendeu me disse, amor
Não mancha, não sai a cor
Tem qualidade e nobreza"
"Vai ficar uma beleza
Isso eu posso garantir
Pois pedi pra balconista
Experimentar, vestir
Eu achei sensacional
Larga na parte frontal
As mãos não vai comprimir"
"Se um mau cheiro sentir
Depois da utilização
Pelo avesso vire logo
Ponha talco nela, então
Eu espero que se agrade
Fiz em nome da saudade
Que me aperta o coração"
"Oxalá linda, paixão
Você fique satisfeita
Porque eu fiquei demais
Eis a coisa mais perfeita
Que servirá pra cobrir
O que breve irei pedir
Você sabe, é minha eleita"
* Adaptação de piada
Saudoso da namorada
O rapaz entra na loja
E se lembra da amada
Escolhe um belo presente
Muito chique, diferente
Uma luva aveludada
A funcionária, coitada
Depois de fazer a venda
Por engano, entrega ao cara
Uma calcinha de renda
Num embrulho similar
Ao que devia entregar
Assim foi a encomenda
C'o mimo pra sua "prenda"
Linda mensagem seguia
Da forma que se relata
O tal jovem escrevia:
"Querida, mesmo distante
Não esqueço um só instante
De você fada, magia"
"Nunca a vi usando um dia
Porém, quis fazer surpresa
Se pudesse estar aí
Ajudava a por, princesa
Quem vendeu me disse, amor
Não mancha, não sai a cor
Tem qualidade e nobreza"
"Vai ficar uma beleza
Isso eu posso garantir
Pois pedi pra balconista
Experimentar, vestir
Eu achei sensacional
Larga na parte frontal
As mãos não vai comprimir"
"Se um mau cheiro sentir
Depois da utilização
Pelo avesso vire logo
Ponha talco nela, então
Eu espero que se agrade
Fiz em nome da saudade
Que me aperta o coração"
"Oxalá linda, paixão
Você fique satisfeita
Porque eu fiquei demais
Eis a coisa mais perfeita
Que servirá pra cobrir
O que breve irei pedir
Você sabe, é minha eleita"
* Adaptação de piada
PAIS E FILHOS (CURTINHAS)
No quintal do seu vizinho
Em cima da goiabeira
O sacana do Joãozinho
Se fartava na fruteira
O vizinho fala: "sai
Vou contar para o seu pai
Seu ladrãozinho paspalho"
O garoto disse: "conta!"
Para o outro lado aponta
"Ele está naquele galho..."
***
Vendo a garota fumando
Seu pai a pergunta fez:
"Você fuma desde quando?"
"Ah, desde a primeira vez..."
"Já perdeu a virgindade?
Como foi? Conte a verdade
De mim não esconda nada"
"Oh, meu pai, o que lhe digo
É que lembrar não consigo
Pois estava embriagada"
***
O pai fica preocupado
Ao pegar o boletim
Em um papo reservado
Ele fala ao filho assim:
"É último entre vinte"
A resposta é a seguinte:
"Bem pior podia ser"
"Mas, pior... Não me atormenta!"
"Em vez de vinte, quarenta
A classe podia ter"
Em cima da goiabeira
O sacana do Joãozinho
Se fartava na fruteira
O vizinho fala: "sai
Vou contar para o seu pai
Seu ladrãozinho paspalho"
O garoto disse: "conta!"
Para o outro lado aponta
"Ele está naquele galho..."
***
Vendo a garota fumando
Seu pai a pergunta fez:
"Você fuma desde quando?"
"Ah, desde a primeira vez..."
"Já perdeu a virgindade?
Como foi? Conte a verdade
De mim não esconda nada"
"Oh, meu pai, o que lhe digo
É que lembrar não consigo
Pois estava embriagada"
***
O pai fica preocupado
Ao pegar o boletim
Em um papo reservado
Ele fala ao filho assim:
"É último entre vinte"
A resposta é a seguinte:
"Bem pior podia ser"
"Mas, pior... Não me atormenta!"
"Em vez de vinte, quarenta
A classe podia ter"
MUI AMIGO...
Durante aquela caçada
Acontece um acidente
O homem leva picada
De venenosa serpente
O seu órgão genital
Inusitado local
Foi o alvo da mordida
Correndo grande perigo
Ele pede pro amigo:
"Por favor me salve a vida"
De posse dum celular
Daqueles de longo alcance
O outro logra ligar
Vislumbrando alguma chance
Relata para o doutor
Toda aquela grande dor
Por que passa o companheiro
O médico lhe orienta:
"Desse jeito, cara, tenta
Mas tem que fazer ligeiro"
"Do local da mordedura
Sugue todo o sangue preso
Seu parceiro terá cura
Dessa vai sair ileso
Procedendo assim, garanto
Será evitado pranto
Pela morte do rapaz
Não seja com ele omisso
Vá logo, já faça isso
E prove que é capaz"
O mordido, em aflição
Pergunta, desesperado:
"Diga qual a solução
Que conselho lhe foi dado?"
A resposta vem a jato
"Eis o lamentável fato:
Nada se pode fazer
Repetir é tão ruim
O doutor me disse assim:
Amigo, tu vais morrer..."
* Adaptação de piada
Acontece um acidente
O homem leva picada
De venenosa serpente
O seu órgão genital
Inusitado local
Foi o alvo da mordida
Correndo grande perigo
Ele pede pro amigo:
"Por favor me salve a vida"
De posse dum celular
Daqueles de longo alcance
O outro logra ligar
Vislumbrando alguma chance
Relata para o doutor
Toda aquela grande dor
Por que passa o companheiro
O médico lhe orienta:
"Desse jeito, cara, tenta
Mas tem que fazer ligeiro"
"Do local da mordedura
Sugue todo o sangue preso
Seu parceiro terá cura
Dessa vai sair ileso
Procedendo assim, garanto
Será evitado pranto
Pela morte do rapaz
Não seja com ele omisso
Vá logo, já faça isso
E prove que é capaz"
O mordido, em aflição
Pergunta, desesperado:
"Diga qual a solução
Que conselho lhe foi dado?"
A resposta vem a jato
"Eis o lamentável fato:
Nada se pode fazer
Repetir é tão ruim
O doutor me disse assim:
Amigo, tu vais morrer..."
* Adaptação de piada
A MORTE DO PAPAGAIO
O caseiro da fazenda
Urgente faz ligação
Vai logo dizendo assim
Pro seu querido patrão:
"Seu papagaio morreu
Não brigue comigo, não!"
"O meu louro campeão
Que ganhei recentemente?"
"Ele mesmo, Seu Alberto
Eu lamento o acidente
Foi comer carne estragada
Faleceu tão de repente!"
"O que fez, seu indecente?!
Deu carne pro animal?"
"Não senhor, vou explicar
Ele foi lá no quintal
Ao ver o cavalo morto
Comeu dele, passou mal"
"Mas que cavalo, afinal?"
"O alazão premiado!
Puxando carroça d'água
Ficou bastante cansado
E morreu foi de fadiga
Está lá, estatelado"
"Ai meu Deus, era estimado!
Mas... Água? Por que motivo?"
"Para apagar o incêndio
Quase que não saio vivo
Sua casa pegou fogo
Eu fugi... Foi instintivo"
"Meu patrão, eu não me esquivo
De lhe falar a verdade
A vela caiu no chão
Foi tamanha a claridade
Incendiou a cortina
Que baita calamidade!"
"Mas tem eletricidade...
Pra quê vela, camarada?"
"Do velório, Seu Alberto
Da sua mãezinha amada
Sem aviso, veio aqui
Com bala foi alvejada"
"Eu confundi a coitada
Achei que fosse bandido"
Nessa hora, Seu Alberto
Em prantos, entristecido
Não consegue mais falar
Sabendo do acontecido
O caseiro, ao seu ouvido:
"Não acredito, senhor
Por causa dum papagaio
É tão grande a sua dor?
Se soubesse, nem daria
A notícia da agonia
Do seu bicho de valor..."
* Adaptação de piada
Urgente faz ligação
Vai logo dizendo assim
Pro seu querido patrão:
"Seu papagaio morreu
Não brigue comigo, não!"
"O meu louro campeão
Que ganhei recentemente?"
"Ele mesmo, Seu Alberto
Eu lamento o acidente
Foi comer carne estragada
Faleceu tão de repente!"
"O que fez, seu indecente?!
Deu carne pro animal?"
"Não senhor, vou explicar
Ele foi lá no quintal
Ao ver o cavalo morto
Comeu dele, passou mal"
"Mas que cavalo, afinal?"
"O alazão premiado!
Puxando carroça d'água
Ficou bastante cansado
E morreu foi de fadiga
Está lá, estatelado"
"Ai meu Deus, era estimado!
Mas... Água? Por que motivo?"
"Para apagar o incêndio
Quase que não saio vivo
Sua casa pegou fogo
Eu fugi... Foi instintivo"
"Meu patrão, eu não me esquivo
De lhe falar a verdade
A vela caiu no chão
Foi tamanha a claridade
Incendiou a cortina
Que baita calamidade!"
"Mas tem eletricidade...
Pra quê vela, camarada?"
"Do velório, Seu Alberto
Da sua mãezinha amada
Sem aviso, veio aqui
Com bala foi alvejada"
"Eu confundi a coitada
Achei que fosse bandido"
Nessa hora, Seu Alberto
Em prantos, entristecido
Não consegue mais falar
Sabendo do acontecido
O caseiro, ao seu ouvido:
"Não acredito, senhor
Por causa dum papagaio
É tão grande a sua dor?
Se soubesse, nem daria
A notícia da agonia
Do seu bicho de valor..."
* Adaptação de piada
GRAMÁTICA MALUCA: OS TIPOS DE SUJEITO
Pervertendo a gramática
Eu vou colocar em prática
Meu plano mirabolante
Do sujeito vou falar
Doutra forma abordar
A matéria importante
Se posses ele não tem
Talvez como Zé Ninguém
Ele seja rotulado
Tendo a vida sem requinte
O seu tipo é o seguinte:
Sujeito "simples", ferrado
Se ele for um militar
Decerto vai envergar
Sua patente com gosto
Porém, não deixa de ser
O que vamos conhecer
Como um sujeito "com posto"
Se ele for um ladrão
Ou ainda um ricardão
Para a vítima um insulto
Às vezes desconhecido
Por ficar sempre escondido
Dizemos: sujeito "oculto"
Se rolar alguma festa
E a garota alguém molesta
Após ter se embebedado
Sobrevindo a gravidez
Diz-se do cabra que fez
Sujeito "indeterminado"
Se a mulher suplica a Deus
Que alegre os dias seus
Com um cidadão direito
Não lhe vindo esse rapaz
Classificação se faz:
É oração sem sujeito
Eu vou colocar em prática
Meu plano mirabolante
Do sujeito vou falar
Doutra forma abordar
A matéria importante
Se posses ele não tem
Talvez como Zé Ninguém
Ele seja rotulado
Tendo a vida sem requinte
O seu tipo é o seguinte:
Sujeito "simples", ferrado
Se ele for um militar
Decerto vai envergar
Sua patente com gosto
Porém, não deixa de ser
O que vamos conhecer
Como um sujeito "com posto"
Se ele for um ladrão
Ou ainda um ricardão
Para a vítima um insulto
Às vezes desconhecido
Por ficar sempre escondido
Dizemos: sujeito "oculto"
Se rolar alguma festa
E a garota alguém molesta
Após ter se embebedado
Sobrevindo a gravidez
Diz-se do cabra que fez
Sujeito "indeterminado"
Se a mulher suplica a Deus
Que alegre os dias seus
Com um cidadão direito
Não lhe vindo esse rapaz
Classificação se faz:
É oração sem sujeito
domingo, 14 de novembro de 2010
ESTÓRIAS DE MÉDICO (CURTINHAS)
De amnésia padecendo
O cara diz ao doutor:
"De tudo estou esquecendo
Me ajude por favor"
O doutor logo se intriga:
"Desde quando, amigo, diga
Isso perturba você?"
E responde o camarada
Com a cara assustada:
"Mas.. Desde quando o quê?"
***
Terminada a consulta:
"Seu doutor, quanto custou?"
"Quinhentos reais" escuta
Eis que o cara se assustou
E disse nesse momento:
"Mas não tem abatimento
Pr'um da mesma profissão?"
"Trabalhas com medicina?"
Responde a língua ferina:
"Não, doutor, eu sou ladrão"
***
Vai chegando o paciente
O doutor todo educado:
"O que é que você sente?"
"Meu problema é complicado
É tendência suicida
Eu quero tirar a vida
Uma solução me traga"
"Escute, meu companheiro
Eu lhe digo que primeiro
A consulta há de ser paga"
***
Bem ao lado do caixão
Uma coroa de flores
Em forma de coração
Um sujeito rindo horrores
Eis que a viúva diz:
"Escute aqui, infeliz
Era um bom cardiologista"
"Desculpe, estou a pensar
Como homenagear
O meu tio urologista"
O cara diz ao doutor:
"De tudo estou esquecendo
Me ajude por favor"
O doutor logo se intriga:
"Desde quando, amigo, diga
Isso perturba você?"
E responde o camarada
Com a cara assustada:
"Mas.. Desde quando o quê?"
***
Terminada a consulta:
"Seu doutor, quanto custou?"
"Quinhentos reais" escuta
Eis que o cara se assustou
E disse nesse momento:
"Mas não tem abatimento
Pr'um da mesma profissão?"
"Trabalhas com medicina?"
Responde a língua ferina:
"Não, doutor, eu sou ladrão"
***
Vai chegando o paciente
O doutor todo educado:
"O que é que você sente?"
"Meu problema é complicado
É tendência suicida
Eu quero tirar a vida
Uma solução me traga"
"Escute, meu companheiro
Eu lhe digo que primeiro
A consulta há de ser paga"
***
Bem ao lado do caixão
Uma coroa de flores
Em forma de coração
Um sujeito rindo horrores
Eis que a viúva diz:
"Escute aqui, infeliz
Era um bom cardiologista"
"Desculpe, estou a pensar
Como homenagear
O meu tio urologista"
O ADVOGADO NOVATO
Certa feita, o advogado
Bem novo, recém formado
Inaugura o escritório
Espera, todo contente
O seu primeiro cliente
Ansioso... Era notório!
Bate à porta uma pessoa
Pensando: "que coisa boa!"
Ele atende: "amigo, sente!"
O telefone pegando
De pronto, vai conversando
Para impressionar somente
"Acredite em mim, Seu Ramos
Aquela causa ganhamos
Foi bem simples, eu lhe digo
Honorários? Ah, pois não
Aquele meio milhão
Deposite, meu amigo"
Faz outra simulação
Como sendo ligação:
"Ouça, meu querido Braga
Nossa ação já foi vencida
Toda a quantia devida
Certamente vai ser paga"
Se voltando ao visitante
Ele diz, todo exultante
"Meu senhor, pode falar"
Vem o balde de água fria:
"Eu vim lá da companhia
Seu telefone instalar"
Bem novo, recém formado
Inaugura o escritório
Espera, todo contente
O seu primeiro cliente
Ansioso... Era notório!
Bate à porta uma pessoa
Pensando: "que coisa boa!"
Ele atende: "amigo, sente!"
O telefone pegando
De pronto, vai conversando
Para impressionar somente
"Acredite em mim, Seu Ramos
Aquela causa ganhamos
Foi bem simples, eu lhe digo
Honorários? Ah, pois não
Aquele meio milhão
Deposite, meu amigo"
Faz outra simulação
Como sendo ligação:
"Ouça, meu querido Braga
Nossa ação já foi vencida
Toda a quantia devida
Certamente vai ser paga"
Se voltando ao visitante
Ele diz, todo exultante
"Meu senhor, pode falar"
Vem o balde de água fria:
"Eu vim lá da companhia
Seu telefone instalar"
* Adaptação de piada
sábado, 13 de novembro de 2010
O "DONO-DE-CASA"
No e-mail ele diz:
Querida, na sua ausência
Cá em nossa residência
Tudo em paz, sou show de bola
Na cozinha eu me viro
Eu te disse que aprendo
O almoço estou fazendo
Está lá na caçarola
Ontem fiz batata frita
Um pouco no improviso
Descascar era preciso?
Bem... Acho que ficou bom
Eu deixei na frigideira
E ao voltar da padaria
Vi que o esmalte derretia
Que ruinzinho esse teflon
Quanto tempo é necessário
Pra fazer ovos cozidos?
Inda estão endurecidos
Duas horas já passaram
Acho ser de bom alvitre
Aguardar uns minutinhos
Acredito que os ovinhos
Ainda não cozinharam
Ervilhas no microondas
Outro dia preparei
Um baita susto levei
Por causa da explosão
A lata saiu voando
Arrebentou nosso teto
Atingiu no seu trajeto
As partes do primo João
Louça suja cria mofo?
Dessa aí eu não sabia
Inclusive até a pia
Está meio esverdeada
Ficou até bonitinha
Parecendo uma moldura
Cheia de pó e gordura
Em volta, toda adornada
Com extrato de tomate
Também teve um acidente
No tapete persa, gente!
Derramei foi um bocado
Você disse certa vez
Qu'essa mancha não saía
Solução desconhecia
Querosene foi usado
Com a nossa geladeira
Também tive muito zelo
Por estar criando gelo
Já bem grosso, em demasia
Com a colher de pedreiro
Fui raspando o excesso
A limpeza, um sucesso
Mas ela não mais resfria
Na última quinta-feira
Atrasado, um atrapalho
Ao sair para o trabalho
Eu deixei a porta aberta
Por causa da distração
Alguém deve ter entrado
E umas coisas roubado
Caramba, que gente esperta!
Ah, sua mãe passou aqui
Pra ver como tudo estava
E enquanto inspecionava
D'um infarto caiu dura
Ontem foi feito o velório
Não contei antes porque
Não quis perturbar você
Um beijão, minha doçura!
* Adaptação de piada
Querida, na sua ausência
Cá em nossa residência
Tudo em paz, sou show de bola
Na cozinha eu me viro
Eu te disse que aprendo
O almoço estou fazendo
Está lá na caçarola
Ontem fiz batata frita
Um pouco no improviso
Descascar era preciso?
Bem... Acho que ficou bom
Eu deixei na frigideira
E ao voltar da padaria
Vi que o esmalte derretia
Que ruinzinho esse teflon
Quanto tempo é necessário
Pra fazer ovos cozidos?
Inda estão endurecidos
Duas horas já passaram
Acho ser de bom alvitre
Aguardar uns minutinhos
Acredito que os ovinhos
Ainda não cozinharam
Ervilhas no microondas
Outro dia preparei
Um baita susto levei
Por causa da explosão
A lata saiu voando
Arrebentou nosso teto
Atingiu no seu trajeto
As partes do primo João
Louça suja cria mofo?
Dessa aí eu não sabia
Inclusive até a pia
Está meio esverdeada
Ficou até bonitinha
Parecendo uma moldura
Cheia de pó e gordura
Em volta, toda adornada
Com extrato de tomate
Também teve um acidente
No tapete persa, gente!
Derramei foi um bocado
Você disse certa vez
Qu'essa mancha não saía
Solução desconhecia
Querosene foi usado
Com a nossa geladeira
Também tive muito zelo
Por estar criando gelo
Já bem grosso, em demasia
Com a colher de pedreiro
Fui raspando o excesso
A limpeza, um sucesso
Mas ela não mais resfria
Na última quinta-feira
Atrasado, um atrapalho
Ao sair para o trabalho
Eu deixei a porta aberta
Por causa da distração
Alguém deve ter entrado
E umas coisas roubado
Caramba, que gente esperta!
Ah, sua mãe passou aqui
Pra ver como tudo estava
E enquanto inspecionava
D'um infarto caiu dura
Ontem foi feito o velório
Não contei antes porque
Não quis perturbar você
Um beijão, minha doçura!
* Adaptação de piada
A IMPORTÂNCIA DO ZERO
Em viagem a negócio
A mulher bem sucedida
À noite, no hotel, que ócio!
Se encontrava entristecida
Porém, livre se sentia
Carente de companhia
Para lhe satisfazer
Foi na lista num instante
Procurar acompanhante
D'uma agência do prazer
Pra tal número ligou
Atendeu a grave voz
Ela disse: eu estou
Querendo um programa a sós
Eu preciso de massagem
Um encontro bem selvagem
Isso tem que ser agora
Topo toda fantasia
A noite é só alegria
Venha logo, sem demora
Pode trazer acessório
Incluindo até algema
Serei livre território
Me abusar não tem problema
Já estou tremendo inteira
Pensando na brincadeira
Com chicote e com corrente
Eu faço de qualquer jeito
Caso tenha, eu aceito
Proposição diferente
Isso é bem sensual
Respondeu o camarada
Deve ser sensacional
Deixá-la realizada
Mas, querida, meu perdão
Falo é da recepção
Chateá-la não espero
Pra poder ligar pra fora
Por favor, minha senhora
É preciso usar o zero
* Adaptação de piada
A mulher bem sucedida
À noite, no hotel, que ócio!
Se encontrava entristecida
Porém, livre se sentia
Carente de companhia
Para lhe satisfazer
Foi na lista num instante
Procurar acompanhante
D'uma agência do prazer
Pra tal número ligou
Atendeu a grave voz
Ela disse: eu estou
Querendo um programa a sós
Eu preciso de massagem
Um encontro bem selvagem
Isso tem que ser agora
Topo toda fantasia
A noite é só alegria
Venha logo, sem demora
Pode trazer acessório
Incluindo até algema
Serei livre território
Me abusar não tem problema
Já estou tremendo inteira
Pensando na brincadeira
Com chicote e com corrente
Eu faço de qualquer jeito
Caso tenha, eu aceito
Proposição diferente
Isso é bem sensual
Respondeu o camarada
Deve ser sensacional
Deixá-la realizada
Mas, querida, meu perdão
Falo é da recepção
Chateá-la não espero
Pra poder ligar pra fora
Por favor, minha senhora
É preciso usar o zero
* Adaptação de piada
NOSSOS AMÁVEIS POLÍTICOS (CURTINHAS)
Estava sendo julgado
Devido à corrupção
Político espertalhão
Qu'em casa tinha aguardado
Eis que liga o advogado
Falando pro seu cliente:
"Acabou e, felizmente,
O justo, doutor, foi feito
E o pilantra: "ainda tem jeito,
"Prepare o recurso urgente!"
***
Num comício de campanha
Diz um certo candidato:
"Sempre honro o meu mandato
Sou de retidão tamanha
Que a imagem não arranha
Jamais fiz falsa promessa
Nestes bolsos não tem essa
De dinheiro sujo entrar"
Nessa hora, um popular:
"Essa calça é nova peça!!!"
***
Numa placa tumular
Estava escrito: "Aqui jaz
Bastante honesto rapaz
E político popular"
O cara leu, ao passar
E ficou bem intrigado
Diz: "coveiro, meu prezado
Pra mim isso é coisa nova
Dois homens na mesma cova?!
Eu sempre vi separado!"
***
No Congresso, o visitante
Ao passar pelo Plenário
Ouve: "mala, salafrário"
"Assassino, traficante"
"Mentiroso, assaltante"
"Babaca, corno, ladrão..."
Ao porteiro de plantão
Pergunta se aquilo é briga
O outro: "cara, não liga!
É chamada pra sessão..."
Devido à corrupção
Político espertalhão
Qu'em casa tinha aguardado
Eis que liga o advogado
Falando pro seu cliente:
"Acabou e, felizmente,
O justo, doutor, foi feito
E o pilantra: "ainda tem jeito,
"Prepare o recurso urgente!"
***
Num comício de campanha
Diz um certo candidato:
"Sempre honro o meu mandato
Sou de retidão tamanha
Que a imagem não arranha
Jamais fiz falsa promessa
Nestes bolsos não tem essa
De dinheiro sujo entrar"
Nessa hora, um popular:
"Essa calça é nova peça!!!"
***
Numa placa tumular
Estava escrito: "Aqui jaz
Bastante honesto rapaz
E político popular"
O cara leu, ao passar
E ficou bem intrigado
Diz: "coveiro, meu prezado
Pra mim isso é coisa nova
Dois homens na mesma cova?!
Eu sempre vi separado!"
***
No Congresso, o visitante
Ao passar pelo Plenário
Ouve: "mala, salafrário"
"Assassino, traficante"
"Mentiroso, assaltante"
"Babaca, corno, ladrão..."
Ao porteiro de plantão
Pergunta se aquilo é briga
O outro: "cara, não liga!
É chamada pra sessão..."
O PESCADOR DE TATU
Seu João, pescador famoso
Costumeiro mentiroso
Pegou no sono pescando
Ao verem o dorminhoco
Quiseram lhe dar o troco
Dois garotos lá passando
Prenderam naquela linha
Um tatu desses bolinha
Acordando o loroteiro:
Pescou um tatu, Seu João?!
O senhor é muito "bão"
O que conta é verdadeiro
Diz aquele camarada:
Ainda não viram nada
Realmente nunca minto
O tatu que pego agora
Apenas em meia hora
Podem crer: já é o quinto
* Adaptação de piada
Costumeiro mentiroso
Pegou no sono pescando
Ao verem o dorminhoco
Quiseram lhe dar o troco
Dois garotos lá passando
Prenderam naquela linha
Um tatu desses bolinha
Acordando o loroteiro:
Pescou um tatu, Seu João?!
O senhor é muito "bão"
O que conta é verdadeiro
Diz aquele camarada:
Ainda não viram nada
Realmente nunca minto
O tatu que pego agora
Apenas em meia hora
Podem crer: já é o quinto
* Adaptação de piada
OS TURISTAS BONS DE PAPO
Três turistas do estrangeiro
Lá no Rio de Janeiro
Desembarcam de viagem
Eles eram um inglês,
Americano e francês
Querendo contar vantagem
O inglês diz: um palácio
Nós erguemos muito fácil
Em três semanas somente
A tarefa é simplesinha
Viva a Terra da Rainha
Eita povo competente
Minha pátria, o outro fala
É difícil suplantá-la
No mundo ninguém desbanca
Eficácia nós tivemos
Em quinze dias fizemos
A famosa Casa Branca
O francês não perde o tom:
Querem ver quem é o bom?
Então, prestem atenção
Torre Eiffel ficou pronta
Nem precisa fazer conta
Seis dias de construção
Escolado, o taxista
Ouve o papo de turista
E prepara sua revanche
De forma proposital
No estádio monumental
Ele vê a sua chance
D'uma obra impressionante
Os três estavam diante
E, ao verem o gigante
Tão grande joia do Rio
Perguntaram para o "tio"
Sobre o Maracanã
Ele diz: pela manhã
Era terreno baldio
* Adaptação de piada
Lá no Rio de Janeiro
Desembarcam de viagem
Eles eram um inglês,
Americano e francês
Querendo contar vantagem
O inglês diz: um palácio
Nós erguemos muito fácil
Em três semanas somente
A tarefa é simplesinha
Viva a Terra da Rainha
Eita povo competente
Minha pátria, o outro fala
É difícil suplantá-la
No mundo ninguém desbanca
Eficácia nós tivemos
Em quinze dias fizemos
A famosa Casa Branca
O francês não perde o tom:
Querem ver quem é o bom?
Então, prestem atenção
Torre Eiffel ficou pronta
Nem precisa fazer conta
Seis dias de construção
Escolado, o taxista
Ouve o papo de turista
E prepara sua revanche
De forma proposital
No estádio monumental
Ele vê a sua chance
D'uma obra impressionante
Os três estavam diante
E, ao verem o gigante
Tão grande joia do Rio
Perguntaram para o "tio"
Sobre o Maracanã
Ele diz: pela manhã
Era terreno baldio
* Adaptação de piada
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
SOGRA SOFRE... (CURTINHAS)
O cara pra sogra indaga:
Essa dieta funciona?
Vale mesmo o que se paga
Responde-lhe aquela dona
Regime dos mais tranquilos
Perco cerca de dez quilos
Prezado, dentro dum mês
Que legal, diz o sujeito
Se fiz as contas direito
Num ano some de vez
***
Bate à porta o funcionário
Do asilo da cidade
Meu amigo solidário
Ajude nossa entidade
Uma contribuição
Você tem aí, irmão?
Tenho sim, eu não enrolo
Prestativo esse rapaz
Entra na casa e traz
A sogrinha a tiracolo
***
Procuro um livro, querido
Você viu, meu amorzinho?
Retrucando o marido:
O nome dele, benzinho?
É "Como viver cem anos"
Eu pus embaixo dos panos
Das peças do vestuário
Para sua mãe não ver
Eu tive que esconder
Na gaveta do armário
***
Em conversa c'o amigo:
Minha sogra faleceu
Decidir eu não consigo
Se no velório vou eu
Ou se vou pro meu trabalho
Camarada, eu me atrapalho
Com a presente questão
O conselho sai ligeiro:
O trabalho vem primeiro
E depois a diversão
Essa dieta funciona?
Vale mesmo o que se paga
Responde-lhe aquela dona
Regime dos mais tranquilos
Perco cerca de dez quilos
Prezado, dentro dum mês
Que legal, diz o sujeito
Se fiz as contas direito
Num ano some de vez
***
Bate à porta o funcionário
Do asilo da cidade
Meu amigo solidário
Ajude nossa entidade
Uma contribuição
Você tem aí, irmão?
Tenho sim, eu não enrolo
Prestativo esse rapaz
Entra na casa e traz
A sogrinha a tiracolo
***
Procuro um livro, querido
Você viu, meu amorzinho?
Retrucando o marido:
O nome dele, benzinho?
É "Como viver cem anos"
Eu pus embaixo dos panos
Das peças do vestuário
Para sua mãe não ver
Eu tive que esconder
Na gaveta do armário
***
Em conversa c'o amigo:
Minha sogra faleceu
Decidir eu não consigo
Se no velório vou eu
Ou se vou pro meu trabalho
Camarada, eu me atrapalho
Com a presente questão
O conselho sai ligeiro:
O trabalho vem primeiro
E depois a diversão
JOÃOZINHO, SEMPRE ELE... (CURTINHAS)
O Joãozinho chega em casa
E vê sua irmã chorando
Mas o que tanto lhe arrasa?
Ele vai lhe perguntando
Pra você um bolo eu fiz
E a cadela, ela diz
Comeu tudinho na mesa
Mas papai, minha irmãzinha
Compra outra cachorrinha
Deixe logo de tristeza
***
Joãozinho!!!, diz a vovó
Acertou bem na cabeça
Com a pedra e sem dó
Acha que o mano mereça?
Foi porque o meu irmão
Deu-me um belo beliscão
A velhinha ralharia:
E por que não me chamou?
O moleque retrucou:
Você não acertaria...
***
Joãozinho chega atrasado
De novo naquele mês
E por isso é perguntado
O que foi daquela vez
Professora, um crocodilo
Me atacou, que grande aquilo...
A tia pergunta, estática:
Mas o bicho te mordeu?
Não, fessora, mas comeu
A lição de matemática
***
Professora pede à classe
Com seu ar todo exigente
Para que em pé ficasse
Quem não fosse inteligente
O Joãozinho se levanta
E então ela se espanta:
Só você, criaturinha?
Eu fiquei triste c'a cena
Da senhora tive pena
Não quis lhe deixar sozinha
E vê sua irmã chorando
Mas o que tanto lhe arrasa?
Ele vai lhe perguntando
Pra você um bolo eu fiz
E a cadela, ela diz
Comeu tudinho na mesa
Mas papai, minha irmãzinha
Compra outra cachorrinha
Deixe logo de tristeza
***
Joãozinho!!!, diz a vovó
Acertou bem na cabeça
Com a pedra e sem dó
Acha que o mano mereça?
Foi porque o meu irmão
Deu-me um belo beliscão
A velhinha ralharia:
E por que não me chamou?
O moleque retrucou:
Você não acertaria...
***
Joãozinho chega atrasado
De novo naquele mês
E por isso é perguntado
O que foi daquela vez
Professora, um crocodilo
Me atacou, que grande aquilo...
A tia pergunta, estática:
Mas o bicho te mordeu?
Não, fessora, mas comeu
A lição de matemática
***
Professora pede à classe
Com seu ar todo exigente
Para que em pé ficasse
Quem não fosse inteligente
O Joãozinho se levanta
E então ela se espanta:
Só você, criaturinha?
Eu fiquei triste c'a cena
Da senhora tive pena
Não quis lhe deixar sozinha
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